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UNICA pede a Dilma avanços para o setor sucroalcooleiro

 O presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (UNICA), principal entidade sucroalcooleira do País, Marcos Jank, cobrou "alguma coisa a mais" da presidente eleita Dilma Rousseff (PT) como metas de políticas para o setor. "A vitória era esperada depois das últimas pesquisas e vejo uma continuidade do que Lula fez para o País, sem grandes mudanças", disse. "Mas é preciso alguma coisa a mais do que fez o governo Lula", completou. Segundo Jank, esse algo a mais para o setor, que apresentou um forte crescimento durante os oito anos de governo Lula, são políticas públicas como um marco regulatório para os biocombustíveis, a unificação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o etanol em todo o País e o aumento da participação da eletricidade cogerada na matriz energética. "A bioeletricidade está adormecida, principalmente pelos problemas de conexão entre as usinas e a rede de transmissão, o que afasta o setor dos leilões de energia", avaliou. O executivo lembrou que o setor deve ser beneficiado caso Dilma cumpra a promessa de reduzir as emissões de carbono de 36% a 39%, aos níveis de 1980. "A candidata pregou nos debates que pretende adotar essa prática e precisará contar com a bioeletricidade e com os biocombustíveis", explicou Jank.-MDC

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