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Novo foco da Guarani S A

A mudança do nome da companhia, que foi criada na década de 60, também visa adequar a imagem à sua estratégia de atuação, que é mais abrangente do que só a produção de açúcar, diz Costa. Até a última safra, 62% do caldo de cana da Guarani eram destinados à produção de açúcar e os 38% restantes iam para o etanol. O foco da empresa é levar esse mix para 50%, com flexibilidade de 10 pontos percentuais para cada um dos dois produtos. Juntamente com a destilaria, a Guarani toca um projeto para ampliar a capacidade das usinas já existentes. No total são sete unidades, todas localizadas no Estado de São Paulo, mas neste momento, duas passam por expansão: usina Mandu, de 3,5 milhões de toneladas para 4 milhões de toneladas, e a São José, de 3,2 milhões para 4 milhões de toneladas. "Com esses projetos, a capacidade instalada de moagem de cana na temporada 2012/13 será de 21,8 milhões de toneladas", calcula Costa.-MDC

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