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Adaptar-se √†s mudan√ßas clim√°ticas √© mais barato que cortar as emiss√Ķes de gases

Lomborg defende que é mais barato se adaptar às mudanças climáticas do que cortar emissões. Por exemplo, não seria muito caro transferir a tecnologia da Holanda, que adaptou o país com diques para viver abaixo do nível do mar, para aqueles que correm risco de desaparecer pela alta dos mares. Uma alternativa para amenizar os efeitos das ilhas de calor, evento que retém calor nas grandes cidades, seria pintar telhados e estradas de branco. "Claro que isso não resolve todo o problema, mas é uma maneira barata de tornar as cidades mais frias". A estratégia poderia diminuir as temperaturas em 5 graus Fahrenheit. Segundo ele, o investimento de U$ 1 bilhão na pintura de Los Angeles, reduziria a temperatura na cidade mais do que o aquecimento global a aumentaria nos próximos 90 anos. Lomborg cita uma pesquisa de Richard Tol que diz que o custo do corte em 25% das emissões de todos os países seria de U$ 40 trilhões em 2100, enquanto os prejuízos causados pelo aquecimento seriam de U$ 1 trilhão (se as decisões fossem as mais efetivas possíveis). Além disso, ele afirma que o bloqueio econômico a países poluidores e o endurecimento das negociações internacionais poderiam causar uma perda de U$ 50 trilhões, uma quantia significativa, especialmente para os países mais pobres, que mais sofrem as consequências do aquecimento global.-MDC

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