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Fus√Ķes continuar√£o fortes no Brasil

Para especialistas, por ser forte nas áreas de energia (petróleo e etanol) e em metais, alguns dos segmentos mais ativos em fusões no mundo, e ter a perspectiva de elevado crescimento econômico nos próximos anos, o Brasil seguirá como um dos países mais ativos nesse mercado em 2011. “Essa combinação está atraindo a atenção de toda espécie de investidor”, diz Marco Gonçalves, chefe da área de fusões e aquisições do BTG Pactual, o líder do setor no Brasil. Segundo os banqueiros, mais do que o recordes de 2010, o que mais chama a atenção nos números é a mudança de perfil desse mercado no País, com participação de mais setores, com valor médio por operação menor. Em 2010, foram 693 transações anunciadas, um crescimento anual de 37,5 por cento. A avaliação é de que isso revela o amadurecimento do setor de fusões no Brasil, porque aponta a consolidação em vários setores da economia, como os ligados a serviços e a consumo. “Mais de 100 empresas que abriram capital no Brasil nos últimos anos estão bem posicionadas para crescer”, disse Luiz Octavio Lopes, chefe da área de fusões e aquisições do Credit Suisse. Outra face dessa maturação, dizem, é a diversificação das fontes de recursos para financiar as transações. Foi o caso de Hypermarcas, Dasa e Cetip, que fizeram operações bilionárias usando troca de ações-MDC

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