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Nos outros países emergentes

Os demais membros do BRIC, China (189,7 bilhões de dólares), Rússia (97,3 bilhões) e Índia (70,1 bilhões), completaram o time dos mercados que lideraram o crescimento de 76,2 por cento nos mercados emergentes, que somou 806,3 bilhões de dólares. A farta oferta de crédito e o volume recorde de dinheiro no caixa das empresas explicam o movimento, dizem especialistas, tendência acirrada por corporações globais que, carentes de crescimento acelerado para compensar o fraco desempenho nas cambaleantes economias desenvolvidas, alvejaram os grandes mercados emergentes. E a expectativa de que os mercados em desenvolvimento sigam crescendo em ritmo superior à média global nos próximos anos deve levar os volumes das fusões nesses países a novos recordes em 2011, afirmam banqueiros. Em nível global, as fusões movimentaram 2,43 trilhões de dólares, crescimento anual de 22,9 por cento e o maior nível desde 2008. Essa expansão teve entre os patrocinadores os fundos de private equity, que movimentaram 89,2 por cento a mais em fusões no ano passado do que em 2009. (Agência de notícias Reuters – Aluísio Alves)-MDC

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