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Multinacionais petroleiras saem do refino e distribuição

Outro movimento detectado foi a saída das grandes companhias privadas internacionais das atividades de refino e de distribuição, tendência que vai na contramão da Petrobras, que investe em cinco novas refinarias e na sua rede postos. Exxon e Chevron, por exemplo, venderam suas redes de postos no Brasil nos últimos anos. A Petrobras, no entanto deve atender o mercado interno, e há a perspectiva de aumento da produção de óleo com o pré-sal. A estatal brasileira argumenta que a maior parte de sua receita vem do mercado doméstico, onde consegue as melhores margens de lucro no conjunto das operações - apesar do refino ter baixo retorno em alguns períodos. Um dos desafios da Petrobras no pré-sal será o maior risco operacional por conta das condições adversas (maior distância e profundidade das reservas) e da exigência, imposta pelo novo marco regulatório, de a estatal ser a única operadora com 30% dos consórcios. Ou seja, a Petrobras ficará a cargo de todo o gerenciamento da prospecção e produção de óleo e gás. Se houver mais operadoras, o risco poderá ser diluído. (Jornal Folha de S. Paulo – Pedro Soares)-MDC

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