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Da teoria à prática - o desafio da Amyris para produzir biocombustíveis comercialmente

Depois do primeiro investimento da Fundação Bill & Melinda Gates, a empresa recebeu o voto de confiança de outro peso pesado, o investidor indiano Vinod Khosla, entusiasta de tecnologias verdes, e nos laboratórios, a empresa já se provou. A partir da modificação genética em uma levedura utilizada na produção de álcool combustível, a Amyris chegou a uma substância chamada farneceno, capaz de substituir os derivados de petróleo em várias frentes. A possibilidade de trocar diesel de petróleo por um diesel de cana livre de enxofre (substância altamente poluidora) foi festejada. Agora, a companhia se prepara para uma prova de fogo: repetir no mercado o sucesso obtido nos laboratórios. Daqui a dois meses, o farneceno, batizado pela Amyris de Biofene, será produzido em escala industrial. A linha de produção será em Piracicaba, interior de São Paulo. Um dos desafios da empresa é ter certeza de que as leveduras modificadas terão nos tanques da usina, de 200 mil litros, o mesmo comportamento que tiveram nos recipientes de teste, com capacidade para 5 mil litros.-MDC

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