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Usinas erraram ao captar recursos financeiros que logo se tornaram compromissos de curto prazo

Segundo Figliolino, esses instrumentos estão sendo pouco aproveitados pelas usinas, diz o executivo. Ele avalia que nos últimos anos as usinas se financiaram de forma errada, com recursos que rapidamente se transformaram em curto prazo. Entre as usinas de açúcar e álcool, até agora somente a Cosan, o maior grupo sucroalcooleiro do país, havia feito emissão de dívida externa. Do total de R$ 4,7 bilhões de endividamento líquido da companhia, R$ 3,4 bilhões são de títulos de dívida externa. “Acredito que haja neste momento mais cinco grupos de açúcar e álcool de médio porte preparados para lançar bônus ou operações equivalentes no exterior", diz Figliolino. Alguns setores mais "tradicionais" nesse tipo de operação, como os frigoríficos, conseguem taxas de juro mais baixas e prazos ainda mais longos, segundo Figliolino. "Estamos falando de algo no patamar de 8,5% com prazo de dez anos". (Jornal Valor Econômico – Fabiana Batista)-MDC

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