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Por trás da desistência da Petrobras em entrar na portuguesa Galp

Criticada pelo mercado, negociação havia sido acertada no final do ano passado. A entrada da Petrobras na Galp era parte de um acordo fechado entre o presidente Lula e o primeiro-ministro português, José Sócrates, no final do ano passado.  Petrobras pagaria "3,5 bi pelos 33% da Eni, que pedia 4,7 bi; agora, angolanos negociam com italianos. A presidente Dilma Rousseff livrou a Petrobras de fechar um negócio polêmico com a italiana Eni, para adquirir 33% de participação na petroleira portuguesa Galp. O negócio era criticado por analistas de mercado por elevar o endividamento e não ser estratégico neste momento para a Petrobras - a Galp tem rede de postos e atua no refino em Portugal. A Petrobras acaba de oficialmente ter encerrado as negociações. Ao assumir a Presidência, Dilma concordou em manter o acordo, mas mudou de opinião porque as condições impostas pela Eni prejudicariam a Petrobras, que busca levantar dinheiro no mercado para viabilizar seu plano de investimento.-MDC

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