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Como seria o negócio

Os italianos insistiam em vender seus 33% por 4,7 bilhões e a Petrobras, no limite, pagaria 3,5 bilhões. Considerou-se que 500 milhões fossem pagos com ativos da Petrobras, mas a opção foi descartada. Apesar de portuguesa, a Galp é controlada pela Eni e pela Amorim Energia (que tem 33,34% e representa os angolanos da Sonangol). No passado, a estatal brasileira tentou entrar na Galp, mas foi barrada pelos angolanos - representados pela Amorim Energia. Dessa vez, os angolanos se impuseram inicialmente, mas, segundo o jornal Folha de S. Paulo diz ter apurado, acabaram concordando. A razão da ruptura foi o preço definido pela Eni. Com a saída da Petrobras, os angolanos passaram a negociar a compra dos 33% que hoje estão em posse da Eni.-MDC

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