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BP direciona esforços para comprar as usinas sucroalcooleiras da CNAA

Depois de ser surpreendida pela Noble e perder uma disputa praticamente ganha para comprar as duas usinas de açúcar e álcool do grupo paulista Cerradinho, a BP (ex-British Petroleum) direciona esforços para tentar adquirir os ativos da Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA), que tem como acionistas os fundos Riverstone e Goldman Sachs. A petroleira entrou nas últimas semanas na briga para comprar 100% das duas usinas da CNAA, localizadas em Minas Gerais e Goiás e que têm, juntas, 4 milhões de toneladas de capacidade de moagem de cana, e de um projeto greenfield em construção em Campina Verde (MG). Até então, a CNAA tinha como principais pretendentes as multinacionais Bunge e Louis Dreyfus, que continuam no páreo - esta última com mais afinco, de acordo com fontes do segmento. Procuradas, CNAA, BP, Bunge e Dreyfus não comentaram. Desde que se propôs a investir em biocombustíveis no Brasil, em 2006, a BP conseguiu apenas comprar 50% da usina Tropical, localizada em Edéia (GO), com moagem de 2,4 milhões de toneladas de cana. A unidade tem como sócias, com 25% cada, a Dreyfus e o grupo Maeda, incorporado em dezembro pela Brasil Ecodiesel-MDC

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